No Brasil, criticam regra que permitiu a João Pedro jogar a semifinal

No Brasil, a grande discussão do momento é o regulamento da FIFA que permitiu a contratação e inscrição de jogadores com a Copa do Mundo de Clubes em andamento, proporcionado ao Chelsea a oportunidade de contratar João Pedro, o carrasco do Fluminense na semifinal do torneio intercontinental.
João Pedro foi contratado na última semana, com o Chelsea investindo 55 milhões de libras (pouco mais de 410 milhões de reais) em seu futebol pelos próximos sete anos. O impacto no time foi imediato.
Contra o Palmeiras, digamos que ele estivesse ensaiando. Mas, diante do Fluminense, em sua primeira partida como titular, o jogador comprovou sua rápida adaptação e talento, indo às redes duas vezes.
Foram seus primeiros gols pelo clube londrino justamente frente ao Tricolor, clube de sua formação.
Após a partida, o lateral-esquerdo Renê, do Fluminense, avaliou que a mudança no regulamento interferiu na disputa. Ele chegou a lembrar que o Al-Hilal contratou o goleador marroquino Abderrazak Hamdallah para as quartas de final. A passagem relâmpago do jogador pelo time saudita durou apenas 20 minutos na derrota para o Tricolor por 2 a 1, em Orlando.
"Se você tem a condição de contratar um jogador para o mata-mata do Mundial de Clubes, você pode investir o dinheiro que quiser e vai fazer a diferença. No jogo do Hilal, eles contrataram um atacante para jogar, talvez, um único jogo, e a regra permitiu", disse Renê.
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