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Amistoso simbolizou piora do Brasil e evolução da Argentina pós-Copa América

BeSoccer por BeSoccer @besoccer_com - 0 1,123

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Amistoso simbolizou piora do Brasil e evolução da Argentina pós-Copa América

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Depois do título, equipe de Tite só vem caindo de rendimento enquanto o time de Scaloni continua invicto após cinco amistosos.

Brasil e Argentina fizeram suas melhores exibições, na Copa América de 2019, justamente no encontro da semifinal. A seleção de Tite levou a melhor e cumpriria com a obrigação de conquistar o título em casa. Já a Albiceleste, apesar das reclamações com a arbitragem, saiu com a impressão de que o trabalho, antes interino, de Scaloni poderia engrenar.

Nesta sexta-feira (15) a seleção argentina venceu a brasileira por 1 a 0, em amistoso realizado na Arábia Saudita, e o duelo simbolizou muito bem a evolução de um lado e a grande queda de rendimento do outro no período pós-Copa América. Gabriel Jesus desperdiçou um pênalti, a única oportunidade criada pelo Brasil, e pouco depois Messi quase fez o mesmo, mas aproveitou o rebote de Alisson para fazer o gol da vitória.

Em cinco jogos realizados desde o título obtido contra o Peru, no Maracanã, a equipe de Tite não venceu nenhum: empatou com a Colômbia, perdeu para os peruanos e ficou na igualdade contra Senegal e Nigéria antes do revés mais recente contra a Argentina. Já é uma das maiores sequências negativas na história da seleção brasileira.

Mas, acima de tudo, o Brasil está jogando mal. Peca tanto na defesa, sem conseguir dificultar as finalizações adversárias, e treme as pernas no ataque ao não conseguir arrematar a gol com qualidade.

Contra a Argentina, a seleção brasileira manteve a média ruim de suas atuações. Teve problemas em todas as fases do jogo – da defesa, às transições e especialmente no ataque, com jogadores aparentemente demonstrando medo de arriscar algo diferente nas últimas ações antes do chute. Não fossem as defesas de Alisson, o saldo teria sido muito pior.

Isso porque a Argentina teve recorde de finalizações a gol no mesmo período de cinco amistosos realizados no pós-Copa América: foram oito bolas na direção de Alisson. A equipe treinada por Lionel Scaloni está longe de ser tão boa quanto os valores individuais que possui, mas vem demonstrando ao menos uma melhora perante o cenário de terra arrasada que se via anteriormente.

Se o Brasil não venceu nos últimos cinco amistosos, a Argentina não perdeu: empatou com o Chile, venceu o México, ficou na igualdade com a Alemanha e levou a melhor sobre Equador e seleção brasileira. Messi, que após a eliminação na Copa América elogiou bastante o trabalho de Scaloni, só participou do jogo desta sexta-feira (15).

Nos cinco amistosos até aqui, o Brasil criou mais chances do que a Argentina (52 a 49 segundo a Opta). Entretanto, os nossos vizinhos chutaram mais a gol (28 a 18), balançaram mais as redes (13 a 4), sofreram menos finalizações (33 a 52) e gols (3 a 6). Tudo isso contra adversários praticamente do mesmo nível.

Em Riad, na Arábia Saudita, a equipe Tite parecia não saber o que estava fazendo em campo, enquanto do outro lado o conjunto de Scaloni conseguia, mesmo sem fazer um jogo espetacular, ser muito superior. O duelo simbolizou a evolução da Argentina e a queda do Brasil desde o fim da Copa América.

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