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Como uma aposta com Klopp fez de Lewandowski o melhor do mundo

BeSoccer por BeSoccer @besoccerPT - 0 461

Como uma aposta com Klopp fez de Lewandowski o melhor do mundo

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Vencedor do The Best, da Fifa, centroavante do Bayern de Munique lembrou dos tempos de Borussia Dortmund, quando trabalhava ao lado de Jurgen Klopp.

Atual vencedor do prêmio The Best, da Fifa, Robert Lewandowski é um dos principais atacantes do futebol mundial e segue vivendo fase espetacular no Bayern de Munique, acumulando mais gols do que partidas em mais uma temporada. Mas segundo o próprio atacante, uma aposta com Jurgen Klopp, ainda nos tempos de Borussia Dortmund, foi responsável por colocá-lo no caminho certo para ser o melhor jogador do mundo.

Depois de quatro anos jogando na Polônia, Lewandowski foi contratado pelo Borussia em 2010, ainda tentando buscar destaque no primeiro escalão do futebol europeu. É verdade que o reconhecimento e a glória viriam alguns anos mais tarde, no próprio clube de Dortmund, mas seu início na Alemanha foi complicado.

Então, Jurgen Klopp, treinador da equipe na época, foi o responsável por cuidar da adaptação do polonês e fazê-lo evoluir em praticamente todos seus atributos. E para incentivá-lo a ser cada vez mais competitivo, o técnico alemão resolveu fazer uma aposta com ele. 

“Quando cheguei [a Dortmund], mal conseguia falar uma palavra em alemão. E com o Klopp a intensidade do treinamento era muito, muito alta. Jurgen queria me desafiar e nos primeiros meses fizemos uma pequena aposta. Se eu marcasse 10 gols em um treino, ele me daria 50 euros. Se eu não fizesse, eu daria a ele os 50 euros”, contou o centroavante polonês ao 'The Players’ Tribune'.

“Nas primeiras semanas, quase sempre tive que pagar. Ele ficava rindo. Mas depois de alguns meses a situação mudou e passei a ganhar as apostas. Então, um dia, ele disse:‘ Pare! ESTÁ BEM! É o bastante. Você está pronto agora'”, lembrou.

E Lewandowski realmente estava pronto. Com 103 gols em 187 partidas pelo Dortmund, ele foi fundamental para que o clube conquistasse dois títulos da Bundesliga e chegasse à final da Liga dos Campeões.

“Jurgen não era apenas uma figura paterna para mim. Ele me ensinou muito. Quando cheguei ao Dortmund queria fazer tudo rápido: passe forte, só um toque. Ele me mostrou como ter calma, dar dois toques, se necessário. Ele não se contenta em deixar você ser um aluno B, sabe? Jurgen quer alunos A +”, ressaltou.

Então, em 2014, o polonês foi contratado pelo Bayern de Munique, onde definitivamente conseguiu mudar de patamar e chegar à primeira prateleira de atacantes do futebol mundial. 

Em 2019/20, foram 55 gols em 47 partidas e uma tríplice coroa conquistada com o clube bávaro, o que lhe rendeu o prêmio The Best, da Fifa, de melhor jogador do mundo. Nesta temporada, a média se mantém incrível, com o centroavante balançando as redes 23 vezes em 20 jogos, até o momento.

“Claro, Jurgen não foi o único que me ajudou a melhorar. Quando me mudei para o Bayern, aprendi muito com treinadores como Jupp Heynckes, Pep Guardiola, Carlo Ancelotti e agora Hansi Flick. Jogar pelo Bayern é uma experiência educacional, porque as demandas são muito altas e a cultura do clube é muito profissional - você é forçado a elevar seus padrões”.

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