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Conca vira 'Beckham da China' para jornal espanhol

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Conca é um dos grandes nomes do futebol da China. Goal

Conca vira 'Beckham da China' para jornal espanhol

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O jogador ex-Fluminense é um dos grandes ídolos do futebol chinês, um exemplo de que a visão eurocêntrica para formar jogadores pode ser equivocada.

Darío Conca, ex-jogador argentino de 36 anos que já vestiu camisas de times brasileiros como Fluminense e Flamengo. É considerado um dos grandes ídolos do futebol chinês, sendo apelidado de “Beckham da China" pelo portal As.

Em 2010, Conca foi eleito o melhor jogador do Campeonato Brasileiro quando jogava pelo Tricolor das Laranjeiras. Prontamente, o Guangzhou realizou uma negociação ao clube carioca, e trouxe o argentino à China por 8 milhões de euros (cerca de R$ 35 milhões). Durante sua passagem pelo Guangzhou Evergrande, de 2011 a 2013, jogou 99 partidas e marcou 54 gols. Já no Shangai, fez 54 jogos e marcou 15 gols entre 2015 e 2016.

O jogador nunca chegou a pisar em um clube europeu, e é um grande exemplo de que a visão eurocêntrica para formar grandes jogadores pode ser muito equivocada.

Veja a entrevista exclusiva com o portal As.

Por que não passou pela Europa?

“Eu não tive a oportunidade. É o desejo de muitos jogadores passarem pela Europa. Eu tive que fazer uma grande corrida. É normal que as pessoas pensem que, se você não passar por lá, você não vale a pena. Eu não tinha propostas concretas para ir para a Europa. Eu esperei um pouco e depois veio a proposta da China. Eu não me arrependo dessa situação. Você abre sua mente para outra cultura e, no final, meus dois filhos nasceram na China”.

Você é um dos poucos argentinos amados no Brasil, certo?

“Eu não achei que seria assim. Quando a proposta veio para mim eu disse: "Deus, eu estou indo para o Brasil, onde há uma grande rivalidade e de onde saem os melhores jogadores do mundo". Foi a chance de arriscar. Eles me trataram super bem. Eu passei pelo Vasco da Gama primeiro. Foi um ano fantástico, apesar do fato de que nos primeiros cinco meses eu não joguei devido a uma lesão”.

Você abriu uma porta que atualmente é comum entre os jogadores, a do futebol chinês.

“Eu tinha 28 anos. Hoje alguns vão para lá com 24 ou 25 anos. Naquele momento eu fui muito criticado, mas nunca me arrependi. Decidi ir para a China porque tinham uma boa proposta financeira e me demonstraram tudo o que eu queria conseguir. Se foi só pelo dinheiro, não tinha necessitado mais. Joguei 110 partidas. Aprendi muito fora de campo. Dei um passo importante na minha carreira”.

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