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Dez expatriados que trairam as suas seleções nacionais

BeSoccer por BeSoccer @besoccer_com - 1 3,890

Pin Lemina, Moses e Neustädter três traidores à pátria que os acolheu. BeSoccer/AFP
Lemina, Moses e Neustädter três traidores à pátria que os acolheu. BeSoccer/AFP

Dez expatriados que trairam as suas seleções nacionais

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Todos conhecemos casos como o de Diego Costa, brasileiro nacionalizado espanhol, mas há casos mais dolorosos. Os de jogadores que se formaram e jogaram até aos Sub 19 e 21 com o país que os acolheu e depois de dar o salto para a principal viraram-lhes as costas.

Wilfried Zaha

O futebolista marfinense é talvez o caso mais famoso. Nasceu em Abidjan, Costa do Marfim, desempenhou toda a sua carreira em Inglaterra. Jogou em todas as categorias inferiores, e inclusivamente disputou dois jogos amigáveis com a principal mas a falta de oportunidades levaram-no a regressar à sua Costa do Marfim natal, para indignação inglesa.

Konstantin Rausch

Nasceu no Kozhevnikovo, no meio da Rússia, quando ainda era a União Soviética. O sua apelido provém das origens da sua família. É um dos muitos alemães que viviam na Rússia, e depois da queda do muro, a sua familia emigrou para a Alemanha. Jogou em todas as categorias inferiores da "Mannschaft" mas não conseguiu dar o salto para a príncipal. Foi então que apareceu a Rússia no horizonte...

Ishak Belfodil

Um caso estranho. Nasceu na Argélia e jogou para a França até aos Sub 20 mas então voltou a defendar as cores dos "zorros do deserto". O normal é que aconteça o contrário, jogadores de ascendência argelina nascidos em França que retornam à Argélia natal para jogar com a principal. Belfodil nasceu na Argelia e a sua familia emigrou para França, onde fez carreira.

Victor Moses

Este prodigioso físico nasceu em Kaduna, Nigéria. Mas o destino levou-o com onze anos para Inglaterra: os seus pais, pastores protestantes, foram assassinados por fanáticos muçulmanos e ele fugiu em segredo do país. A Inglaterra acolheu-o e ali se formou como jogador. Chegou a jogar com os Sub 21 mas as "águias verdes" levaram o lateral.

Yassin Ayoub

Nasceu em 1994 em Marrocos, mas desde jovem que vive e joga futebol na Holanda. De facto, proclamou-se campeão da Europa Sub 17 em 2011 com a "laranja". Jogou até aos Sub 21 mas agora vemos-lo defender as cores de Marrocos.

Ashkan Dejagah

Nasceu no Teerão, capital do Irão, em 1986, mas a sua carreira foi sempre desempenhada na Alemanha. Como todos os da lista, queimou etapas até aos Sub 21 mas depois voltou a jogar pela sua Pérsia natal.

Roman Neustädter

Nascido em Dnipropetrovsk, Ucrânia,quando ainda fazia parte da União Soviética, tem a peculiaridade de ter portanto, três nacionalidades. A alemã, por ascendência (obtida depois da Reunificação), a russa, por herança da União Soviética e a ucraniana, por ter nascido onde atualmente é a Ucrânia. Chegou a ser internacional pela Alemanha em duas ocasiões, dois amigáveis que não evitaram que aceitasse a chamada da Rússia.

Alex Iwobi

O futebolista do Arsenal nasceu em Lagos, capital da Nigéria, em 1996. Foi um prodígio das categorias inferiores da Inglaterra mas chegada a hora da verdade, decidiu jogar com a Nigéria.

Kerem Demirbay

Nasceu na Alemanha, em Herten. A sua ascendência turca levou-o a jogar com as categorias inferiores do combinado otomano mas em 2017 Löw perguntou-lhe porque não defendia as cores da Alemanha. Já tinha jogado com os Sub 21 e aceitou.

Mario Lemina

Sim, Mario Lemina também é um "traidor". Nasceu em Libreville, capital do Gabão, o que estava chamado a ser a grande estrela da Juventus, e agora no Southampton, jogou com os inferiores franceses até aos Sub 21 e depois escolheu o Gabão.

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