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Duas estrelas esquecidas

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Jogadores diferentes, situações parecidas. EFE

Duas estrelas esquecidas

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Real Madrid e Barcelona compartilham coincidências em seus elencos. Ambos estão recheados de estrelas, dos melhores jogadores do planeta, de promessas do futebol. Mas, além disso, possuem dois jogadores em situações bem parecidas: Isco e Coutinho.

Isco Alarcón e Philippe Coutinho são dois dos melhores jogadores do mundo. Ambos possuem características únicas para ser o centro das atenções dentro de campo, ambos movem centenas de seguidores, ambos têm qualidade de sobra para qualquer equipe deseje a sua contratação. Mas ambos estão na mesma situação, tanto no Real Madrid quanto Barcelona: poucos minutos.

O meia espanhol, Isco Alarcón desembarcou há cinco anos no Santiago Bernabéu. Veio procedente do Málaga, onde era a estrela e um dos melhores meio-campistas da Espanha.

Sua primeira temporada vestida de branco foi espetacular: 53 jogos oficiais disputados, onze gols e sete assistências. Seguiu a mesma linha temporada após temporada, encantando em campo, dominando a bola com imensa categoria, deixando os rivais tontos e despertando os 'olés' do madridismo.

Até que a atual temporada chegou. E com a entrada de Santiago Solari no banco 'merengue', Isco perdeu protagonismo e tem apenas 21 partidas oficiais distribuídos em 1.058 minutos, em que só foi capaz de oferecer quatro gols e duas assistências para gol.

Algo semelhante acontece Coutinho. O brasileiro pousou no Camp Nou como uma estrela. Vindo do Liverpool de Klopp, o meia de 26 anos, foi apresentado como a contratação do ano no Camp Nou na temporada 2017-18. Chegou a jogar 22 jogos oficiais na segunda parte da temporada, marcando nove gols e concedendo sete assistências.

Mas Coutinho, assim como aconteceu com Isco, tem perdido destaque, vendo seus companheiros o ultrapassarem pela esquerda enquanto ele passava jogo após jogo sentado no banco. Nesta temporada, jogou apenas 24 jogos divididos em 1.560 minutos, nos quais marcou seis gols e ofereceu três assistências.

Números muito pobres para o brasileiro que foi apresentado como o jogador do momento, como o reforço do ano, como o homem certo para fazer a torcida esquecer o seu compatriota Neymar no esquema ofensivo 'culé'.

Coutinho e Isco, Isco e Coutinho. Dois jogadores com qualidade suficiente para brilhar e deslumbrar em qualquer equipe, mas condenados ao banco sem que ninguém se lembre dos seus dias de glória.

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