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Fifa prevê menos jogos, mas de nível superior

BeSoccer por BeSoccer @besoccer_com - 0 814

Pin Presidente da FIFA, Gianni Infantino, falou sobre o futuro do futebol. EFE/Miguel Lemus/Arquivo
Presidente da FIFA, Gianni Infantino, falou sobre o futuro do futebol. EFE/Miguel Lemus/Arquivo

Fifa prevê menos jogos, mas de nível superior

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Para Gianni Infantino, a crise do coronavírus é uma grande oportunidade de antecipar a reforma do futebol para quando o pesadelo terminar. O presidente da Fifa prevê um futuro com menos encontros, mas de maior qualidade.

O suíço Gianni Infantino, presidente da FIFA, garantiu que o futebol só será retomado quando a emergência do coronavírus terminar e considerou que essa crise global pode representar uma oportunidade de "reformar" o esporte "dando um passo atrás", para que haja menos jogos, mas de nível superior.

"Precisamos estudar o impacto global dessa crise. Agora é difícil, não sabemos quando voltaremos à normalidade. Mas vamos olhar as oportunidades. Talvez possamos reformar o futebol mundial dando um passo atrás. Com formatos diferentes. Menos torneios, mas mais interessantes", disse Infantino em entrevista publicada nesta segunda-feira pelo jornal italiano 'La Gazzetta dello Sport'.

"Talvez menos equipes, mas mais equilíbrio. Menos jogos para proteger a saúde dos jogadores, mas competições mais parelhas. Não é ficção. Você tem que calcular o dano, veremos como", acrescentou.

O presidente da FIFA, que completa 50 anos nesta segunda-feira, enfatizou a importância de privilegiar a saúde nesses tempos de emergência global devido à disseminação do coronavírus.

"A saúde vem primeiro, depois todo o resto. Para os dirigentes, é bom esperar o melhor e estar preparado para o pior. Sem entrar em pânico, temos de ser claros. Voltaremos a jogar sem colocar a saúde de ninguém em risco. As várias federações e ligas estão preparadas para seguir as recomendações dos governos e da Organização Mundial de Saúde (OMS)", afirmou.

Uma emergência que alterou o desenvolvimento normal das ligas e causou o adiamento da Eurocopa e da Copa América de junho deste ano para 2021.

"Mostramos um espírito de cooperação e solidariedade com a Europa e a América do Sul. Agora temos que pensar no calendário das equipes nacionais e nas decisões sobre regulamentos do status dos jogadores e das transferências. Temos que pensar em proteger contratos. São necessárias medidas duras, mas não há outra opção. Todos nós teremos que fazer sacrifícios", declarou Infantino.

Infantino também se referiu às novidades do Mundial de Clubes, que passará a ter 24 equipes. O presidente da Fifa considerou que é uma maneira eficaz de aumentar o nível do futebol mundial.

"Em breve vamos decidir se a primeira edição será em 2021, 2022 ou 2023. Mas temos de ver que os Mundiais de Clubes e as Copas do Mundo são a maior fonte de receita para a maioria das Federações. Sem eles, em cerca de 100 países, não haveria ligas, formação, futebol feminino... Adiar este Mundial vai custar milhões à FIFA e às Associações. Mas temos meios para lutar contra estas perdas", concluiu.

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