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Flamengo e São Paulo brigariam por vaga na Liga dos Campeões?

BeSoccer por BeSoccer @besoccer_com - 0 1,386

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Flamengo e São Paulo brigariam por vaga na Liga dos Campeões? Vamos aos números. Goal

Flamengo e São Paulo brigariam por vaga na Liga dos Campeões?

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Em entrevista, o lateral Juanfran disse que as equipes brigariam pela vaga na máxima competição europeia se jogassem La Liga; será?

A chegada de astros do futebol europeu para São Paulo e Flamengo (como Dani Alves, Juanfran, Filipe Luís e Rafinha), aliado ao jogo de alto nível que vem sendo apresentado pelo Rubro-Negro carioca neste Brasileirão, faz com que imprensa, jogadores e até mesmo treinadores imaginem como seria o desempenho dos nossos times se eles atuassem no futebol europeu.

Jorge Jesus, por exemplo, afirmou que o seu Flamengo brigaria pela sexta posição na Premier League inglesa, e o mais novo personagem dos gramados a fazer uma comparação foi Juanfran, lateral que deixou o Atlético de Madrid para vestir a camisa do São Paulo.

“Pela (vaga na) Champions brigaria, estou seguro”, disse o jogador, para o Esporte Espetacular, imaginando como seria ver Fla e São Paulo no Campeonato Espanhol. “Lutar pelo título seria muito difícil. Se você tenta lutar pelo título com Manchester City e Liverpool, na Alemanha com Bayern de Munique, na Itália com a Juventus”, sacramentou.

Intensidade e desempenho Valencia e Sevilla foram os quartos colocados nas últimas 3 temporadas de La Liga

Juanfran tem razão? Na Espanha, classificam-se para a Liga dos Campeões os quatro melhores times na tabela de classificação. Nas últimas temporadas, Valencia (duas vezes) e Sevilla ocuparam o quarto posto. O São Paulo, atualmente, é o quinto no Brasileirão, enquanto o Flamengo lidera de forma isolada após 25 rodadas.

Buscando as principais ações que um time faz com a bola durante um jogo de futebol, tanto Flamengo quanto São Paulo não se mostram tão diferentes em relação a Valencia e Sevilla, nos anos em que eles conseguiram a vaga para a Champions.

Ações principais de jogo

Para fazer esta comparação, separamos oito ações do jogo – toques, passes, finalizações, chances criadas, desarmes, interceptações, rebatidas e recuperações de bola – e calculamos a média de cada um destes times, contando com números da Opta Sports.

Os números podem ser diferentes, mas não tão discrepantes. O Flamengo, por exemplo, tem média de finalizações por partida maiores às do Valencia (nas temporadas 17-18 e 18-19) e Sevilla (16-17), assim como o próprio São Paulo.

Em números isolados destas ações de jogo, Flamengo e São Paulo – para ficarmos apenas nas palavras de Juanfran – não divergem tanto dos times que pegaram as últimas vagas para a Champions, através de La Liga.

No entanto, o todo que avalia tudo isso é divergente.

Brasileirão e La Liga: ritmos diferentes Juanfran, em disputa com Everton Cebolinha

É tentador fazer uma comparação, mas a verdade é que apenas a frieza no número de gols marcados e sofridos, ou até pontos somados, não ajudam a responder esta pergunta se avaliarmos somente cada equipe. Afinal de contas, são torneios disputados em ritmos bem distintos.

Isso fica evidente quando comparamos as ações de jogo do Brasileirão com os da liga espanhola. Toques, passes, interceptações, rebatidas, recuperações de bola, finalizações, chances criadas... todas as médias do Campeonato Brasileiro são inferiores. Ajuda, apenas que seja um esboço, a explicar que os times europeus, e no caso os espanhóis, ainda atuam em um ritmo mais acelerado de ações.

Contudo, isso não quer dizer que os jogadores sejam piores. Em entrevista recente ao programa “Bem, Amigos!”, do SporTV, Filipe Luís, que foi companheiro de Juanfran no Atlético de Madrid e hoje está no Flamengo, disse que a maior diferença no jogo de um campeonato para o outro está no tipo de grama, que lá permite um futebol mais acelerado.

“A maior diferença que eu notei até agora é o tipo da grama (...) A impressão é que não se dá o valor devido ao gramado e o quanto ele muda no jogo”, avaliou.

A resposta para a comparação feita por Juanfran e outros jogadores seria respondida, apenas, se os clubes em questão conseguissem jogar tais campeonatos. Não é o caso. O principal disso tudo é dar passos à frente para que o jogo brasileiro melhore em si.

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