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Luan revela mágoa com ‘quase troca’ entre Grêmio e Cruzeiro

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Luan esteve próximo do Cruzeiro. Goal

Luan revela mágoa com ‘quase troca’ entre Grêmio e Cruzeiro

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O meia-atacante também falou sobre as dificuldades sofridas pela fascite plantar em 2018.

Rei da América em 2017, quando foi o grande protagonista no título de Libertadores conquistado pelo Grêmio, Luan confirmou que o problema de fascite plantar em seu pé direito atrapalhou o seu rendimento no ano passado. O meia-atacante também revelou ter ficado chateado ao ter virado moeda de troca para o clube gaúcho.

Antes de a atual temporada iniciar, Luan esteve próximo do Cruzeiro. O jogador de 25 anos chegaria a Belo Horizonte em uma troca que levaria Thiago Neves para o Grêmio. A negociação não seguiu em frente, mas o ídolo gremista admitiu não ter gostado da situação – embora tenha destacado a vontade de fazer o máximo para seguir a levar o Tricolor aos lugares mais altos.

“Tenho vontade, esse sonho de jogar lá fora, na Europa. Mas sempre tem várias coisas que eu penso antes. Sou feliz no Grêmio, sou grato ao que o Grêmio me deu. Estou conseguindo resolver minha vida. Não é uma coisa desesperada de ter que sair. Vou sair no momento certo. A gente amadurece com o tempo. No Brasil, hoje, não tenho vontade de sair. Teve essa conversa de poder ter uma troca. Eu, sinceramente, fiquei chateado com isso. Quando rola de você ser envolvido em uma troca, por tudo que a gente conquistou aqui no clube... É um sentimento diferente", disse em entrevista para o SporTV.

Em  relação a fascite plantar, problema na planta do pé que fez de 2018 a sua temporada com menos jogos disputados desde que subiu para a equipe profissional do Grêmio, Luan revelou ter tomado injeções para jogar até que chegou a um limite de dor insuportável.

"Acho que 2017 foi espetacular pra mim... 2018, perto do meio do ano, eu senti mais forte a lesão. Foi questão clínica. Tinha rompido o tendão do pé, fascite plantar (...) Ficava parado, rompia. Rompeu tudo. Já fui em tudo: palmilha, especialista... O ideal é ficar parado. Não tem como. Ia jogando com dor, ia suportando, jogando com injeção. Para mim, não tem problema. Mas chegou um momento que não tinha como, não aguentava nem acordar e colocar o pé no chão. Precisei parar. Hoje estou zerado, consegui ficar dois meses parado. Deu para dar uma melhora boa. Hoje estou sem dor", explicou.

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