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Público recorde e Scarpa: destaques da Libertadores

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Público recorde e Scarpa: destaques da Libertadores. Goal

Público recorde e Scarpa: destaques da Libertadores

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Da tranquilidade dos líderes ao desespero dos lanternas, pelo amor de Alexis Arias, um sobrevivente à tesoura de Felipe Melo.

Passou o Carnaval, está terminando o verão, e lá se vão duas das seis rodadas da fase de grupos da Copa Libertadores da América. Parece que tudo ainda está no começo, mas já tem muita arquibancada empolgada e tanta gente apreensiva de Porto Alegre a Belo Horizonte, passando por Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro, claro. Vamos a dez histórias sobre os brasileiros no torneio até aqui, entre a tranquilidade dos líderes e o desespero dos lanternas, pelo amor de Alexis Arias, um sobrevivente da tesoura de Felipe Melo.

1 - A melhor contratação do Palmeiras veio com delay: Gustavo Scarpa. Ano passado ele não conseguiu jogar, menos por culpa própria e mais pela confusão jurídica envolvendo o Fluminense, seguida por uma lesão no pé. Agora, não só chama o jogo como vai se encaixando com um animado Ricardo Goulart. Os novos pontas Carlos Eduardo e Felipe Pires, no projeto de repetir Keno, ainda nem entraram em campo na Libertadores.

Scarpa está bem demais.

2 - O Flamengo tem tanta qualidade que pareceu natural alcançar seu melhor jogo do ano contra uma LDU que veio para se defender e o fez muito mal. Espaçada, desconcentrada... o Fla chegou como quis, e o 3 a 1 ficou barato. De Bruno Henrique para Gabigol decidindo de novo, Diego Alves em ótima forma, Éverton Ribeiro ligado, gente boa no banco. No meu time joga o De Arrascaeta, mas tenho gostado de Diego como coadjuvante.

Dois dos destaques do fla nesse início de temporada.

3 - Coisa linda o Maracanã de ingressos esgotados para uma noite de Copa, ainda que 58 mil pagantes seja muito pouco para o ex-Maior do Mundo, e as limitações impostas pelo policiamento poderiam ser mais sensíveis ao caráter do jogo. De toda forma, maior público do país do ano e a certeza de que, muitas vezes, casa cheia não deixa time se acomodar no jogo.

4 - Que beleza de atuação da dupla Rafael Sóbis e Nico Lopez pelo Inter, no Beira-Rio. Sem um 9 que precisa ficar guardando posição, os dois foram inteligentes, móveis, leves em campo. Aliás, da estrela de Sóbis não se pode duvidar quando o assunto é Libertadores - e a estreia no Chile não me deixa mentir. Registra-se também outra boa atuação de Rodrigo Dourado, muito bem de 5.

Nico Lopez com a camisa do Inter.

5 - O Atlético-MG não jogou bem nas duas rodadas, e bater o olho na tabela já escancara o drama: nenhum ponto (nenhum gol), enquanto dois times do grupo já têm 6. Mas o que chamou a atenção no Uruguai, depois do 1 a 0 para o Nacional, foi a postura de Levir Culpi. Irritado, se negando a comentar os problemas, naquela linha de "a fase está ruim, mas logo pode estar boa". Meio fora do tom.

6 - Uma jornada de Libertadores em que o Grêmio perde por 1 a 0, em casa, num lance em que o ataque rival primeiro driblou Geromel e depois antecipou Kannemann, olha... definitivamente é uma noite para esquecer. E, não nos enganemos com o clichê do "grupo fácil": o Libertad é um bom time.

7 - Agora, se é difícil prever a que nível chegará o futebol de Luan em sua sexta temporada pelo Grêmio, que boa notícia é Jean Pyerre. Jogou pouco mais de meia hora e finalizou cinco vezes, quase marcando de falta. Personalidade.

8 - O Cruzeiro teve o segundo jogo adiado por conta dos problemas na viagem do Deportivo Lara, mas fica o registro da estreia, quando venceu na visita ao Huracán: como jogam, discretamente, Fábio e Robinho. O goleiro segurou a pressão, e o meia achou um bolão para o lance da vitória. E faz gol importante o Rodriguinho, não?

9 - O Athletico, incógnita porque pouco testado, se recuperou em casa. Se a primeira fase da Libertadores não é momento para ilusões mesmo em caso de goleadas, o 4 a 0 sobre o Jorge Wilstermann não pode significar que estamos diante de um timaço. Ainda assim, a sensação é de alívio: funcionou, como ano passado, o coletivo do Furacão.

10 - Renan Lodi joga muito. Na primeira atuação em casa pela principal competição continental, não decepcionou o torcedor que foi à Arena da Baixada: protagonismo, qualidade no apoio, habilidade e até um gol. Bruno Guimarães também foi muito bem, de novo.

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