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No São Paulo de Leco, demitir treinadores não trouxe títulos e manteve vexames

BeSoccer por BeSoccer @besoccer_com - 0 140

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No São Paulo de Leco, demitir treinadores não trouxe títulos e manteve vexames. AFP

No São Paulo de Leco, demitir treinadores não trouxe títulos e manteve vexames

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Com a eliminação vexatória diante do Mirassol, o Tricolor vai encerrar a "era Leco" sem nenhuma conquista

Os prognósticos colocavam o São Paulo como grande favorito para a conquista do título do Campeonato Paulista de 2020. O clube vinha apresentando um bom futebol sob o comando de Fernando Diniz e dava mostras de que poderia, finalmente, sair da fila no estadual. Mas bastou uma noite vexatória no Morumbi para que o inferno astral voltasse aos corredores da Barra Funda.

Contra um time do Mirassol que havia perdido a maior parte de seu elenco devido a pandemia do coronavírus Covid-19, o Tricolor não se impôs e foi derrotado por 3 a 2, sendo eliminado novamente em uma mata-mata por um time pequeno, fato comum nos últimos anos para a equipe, seja na Copa do Brasil, na Sul-Americana ou no próprio Paulistão.

Assim, o Dinizismo, tão exaltado antes da retomada das competições, perdeu espaço para os gritos de #ForaDiniz. O treinador foi visto como um dos responsáveis diretos pela desclassificação e sua demissão começou a ser requisitada na internet, mesmo que pareça improvável que o diretor de futebol Raí abra mão do técnico.

Caso a demissão se confirme, entretanto - e nunca duvide da instabilidade no Morumbi -, Diniz se tornaria mais um treinador demitido pelo São Paulo sem ao menos conquistar um título pelo clube. Não só isso: seria novamente a representação de que a equipe estaria recomeçando os trabalhos.

Durante a era Leco - o atual presidente do São Paulo assumiu após a renúncia de Carlos Miguel Aidar, em 13 de outubro de 2015 -, 13 treinadores passaram pelo Tricolor, contando interinos e auxiliares. Dos nove efetivos, oito já foram demitidos (ou pediram as contas), sem que o time apresentasse uma melhora.

O mandatário assumiu com Doriva no comando, mas viu o ídolo sair praticamente um mês após assumir. Daí em diante, Edgardo Bauza (que se demitiu para treinar a seleção argentina), Ricardo Gomes, Rogério Ceni, Dorival Júnior, Diego Aguirre, André Jardine, Cuca e Fernando Diniz já foram efetivados como técnicos do Tricolor.

Algumas das demissões ficaram marcadas como impopulares - Diego Aguirre é visto até hoje como injustiçado e Rogério Ceni saiu após perder boa parte do elenco -, enquanto outras foram elogiadas na época. Todas elas, entretanto, não evitaram vexames e eliminações no futuro próximo.

Até mesmo o uruguaio, muito elogiado pela torcida, tomou a virada do Athletico na Copa do Brasil e caiu para o pequeno Colón na Sul-Americana. Cuca, escolhido a dedo e com carta-branca para montar o elenco, viu sua equipe fazer duas péssimas partidas e ser eliminado pelo Bahia. Jardine, então, foi desclassificado pelo Talleres na Pré-Libertadores.

Enquanto o São Paulo se prepara para a disputa do Brasileirão no CT de Cotia, Leco, Raí e os cardeais do Tricolor terão mais uma oportunidade de tomar a atitude que mais fizeram no comando do clube na atual gestão: demitir um treinador e se contentar em mais um ano onde o maior campeão internacional do Brasil não vai levantar troféus.

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