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O gesto no Campeonato Italiano contra a violência de gênero

BeSoccer por BeSoccer @besoccerPT - 0 1,349

Pin Todos apareceram com uma marca vermelha no rosto. EFE/EPA/PASQUALE BOVE
Todos apareceram com uma marca vermelha no rosto. EFE/EPA/PASQUALE BOVE

O gesto no Campeonato Italiano contra a violência de gênero

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Os treinadores, árbitros e jogadores de todas as equipes da Serie A apareceram nessa rodada com uma marca vermelha no rosto em sinal de protesto contra a violência de gênero.

Os jogadores, treinadores e árbitros da Serie A italiana disputam este fim de semana a oitava rodada com uma marca vermelha pintada no rosto, por conta da iniciativa "cartão vermelho para a violência" para se opor à violência contra as mulheres, como se pode ver no tweet abaixo.

Os primeiros a entrar em campo com esta marca no rosto foram Crotone e Lazio, encarregados de abrir uma rodada na qual o Campeonato Italiano, em colaboração com a WeWorld, renovou seu compromisso com a defesa dos direitos das mulheres.

É o quarto ano que a Serie A participa nesta iniciativa, que também é divulgada nas redes sociais oficiais do órgão da liga com o slogan 'Um cartão vermelho à violência'.

“O fenômeno da violência contra as mulheres está atingindo níveis cada vez mais dramáticos e inaceitáveis. Graças a essa iniciativa conseguimos nos últimos anos sensibilizar muitas pessoas sobre esse drama”, disse o presidente da Serie A, Paolo Dal Pino.

E é que no mundo uma em cada três mulheres é vítima de violência e 40% delas não falam sobre isso com ninguém. Além disso, uma mulher é morta por seu parceiro a cada dois dias, destaca a Serie A.

A pandemia do coronavírus agravou ainda mais a situação globalmente e, nos últimos meses, houve 25.000 casos a mais de violência contra as mulheres em comparação com os dados do ano passado.

“Para combater esse problema, é preciso intervir nos efeitos da violência, física e econômica, e estar ao lado das mulheres que querem construir uma nova vida. Mas também é importante falar sobre isso, mostrar às mulheres que elas não estão sozinhas", disse Marco Chiesara, presidente da WeWorld, uma organização que defende os direitos das mulheres e crianças há mais de 50 anos.

A iniciativa deste ano contou com o apoio de ex-jogadores como Alessandro Del Piero, Bernardo Corradi, Marco Materazzi e Elisa Di Francisca, campeã olímpica de esgrima.

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