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Özil explodiu: "Estão tentando me destruir"

BeSoccer por BeSoccer @besoccer_com - 0 1,774

Özil explodiu: "Estão tentando me destruir"

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Mesut Özil desabafou após ser praticamente expulso do Arsenal. Em uma entrevista ao 'The Athletic' o meia insinua que existe uma campanha contra ele, mas garante que continuará em Londres.

A situação de Mesut Özil no Arsenal deu um giro completo após a parada para a pandemia. Passou de jogar as dez últimas partidas anteriores como peça chave no esquema de Mikel Arteta a desaparecer. Uma incógnita que o alemão quis explicar em uma entrevista ao 'The Athletic'.

“Eu vou decidir quando eu irei, e não outras pessoas. Eu não assinei por dois ou três anos, eu assinei por quatro e isso deve ser respeitado por todo mundo”, deixou claro o alemão.

“As coisas têm sido obviamente difíceis, mas eu amo o Arsenal, eu amo trabalhar aqui, eu amo as pessoas no clube, as reais pessoas, essas com que eu tenho estado por longo tempo, e eu amo Londres, é minha casa”, completou.

O meia aproveitou a oportunidade para dar a sua versão sobre o episódio da redução salarial durante a pandemia, é bom lembrar que ele foi um dos três nomes da equipe que não aceitaram as condições. 

"Como jogadores, todos queremos contribuir, mas precisávamos de mais informações e muitas perguntas ficaram sem resposta. Todos estavam bem com um adiamento enquanto havia tanta incerteza – eu estaria OK de ter uma parcela maior -, e um corte, se necessário, assim que as perspectivas financeiras e de futebol estivessem mais claras. Mas fomos apressados para isso sem a devida consulta”, disse. 

“Para qualquer um nesta situação, você tem o direito de saber tudo, de entender o porquê disso estar acontecendo e aonde o dinheiro está indo. Mas não tivemos detalhes o suficiente, nós apenas tivemos que dar uma decisão. Foi rápido demais para algo tão importante e houve muita pressão”.

“Isso não foi justo, especialmente para os jovens, e eu recusei. Eu tenho um bebê em casa e eu tenho compromissos com minha família aqui, na Turquia e na Alemanha, as minhas caridades também, e também um novo projeto que começamos a apoiar pessoas em Londres que foi do coração e não para publicidade”, explicou.

“Pessoas que me conhecem sabem exatamente o quão generoso eu sou e, até onde eu sei, eu não fui o único jogador que rejeitou o corte no fim, mas somente meu nome veio. Eu acho que é por que sou eu, e as pessoas têm tentado há dois anos me destruir, me fazer infeliz, de forçar uma situação que eles esperam que irão virar os torcedores contra mim e desenhar uma imagem que não é verdadeira", concluiu em relação ao tema. 

Por fim, o meia deixou um recado para a torcida 'gunner': “O que quer que tenha acontecido nas duas últimas temporadas, eu estou feliz e muito forte mentalmente. Eu nunca desisto de nada. Eu quero ajudar meu time e eu vou lutar por isso. Se estou em forma, eu sei o que posso fazer no gramado.”

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