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Quem é Eduardo Coudet, o possível novo treinador do Inter?

BeSoccer por BeSoccer @besoccer_com - 0 824

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Confira tudo sobre o ex-jogador que pode ser o substituto de Odair Hellmann no Inter: Carreira, títulos, estilo de jogo e muito mais!

O Inter já definiu o principal alvo para ser o novo comandante da equipe: Eduardo Coudet, atualmente treinador do Racing-ARG. “Chacho” Coudet é um dos técnicos que faz parte dessa nova geração de treinadores argentinos, junto de nomes como Marcelo Gallardo, do River, especulado no Barcelona, o elogiadíssimo Gabriel Heinze, do Vélez Sarsfield ou Matías Almeyda, hoje na MLS: ex-jogadores, praticam um futebol ofensivo, intenso e vertical, com métodos de treinamento modernos e que gostam de trabalhar com a base.

Essa “proliferação” de treinadores com esse estilo não acontece à toa: são ex-atletas que estavam em atividade no final dos anos 90 e no começo dos 2000, época em que Marcelo Bielsa comandou a seleção argentina. O atual técnico do Leeds, vencedor de um prêmio de fair play no The Best Fifa deste ano, deixou discípulos assumidos como Pep Guardiola e Mauricio Pochettino. Coudet é mais um membro dessa escola “bielsista”.

Um meia 'sanguíneo'

Como jogador, Coudet foi um bom meiocampista, que fez história com duas camisas importantes do futebol argentino: o Rosario Central e o River Plate. No auriazul logo se tornou ídolo, por suas boas atuações e por declarações inflamadas na imprensa contra o Newell’s Old Boys, ex-clube de Messi e maior rival do Rosario.

Nos Millonarios, foi titular e peça importante em uma das eras mais vencedores do River Plate nacionalmente, com um título do Torneo Apertura e quatro do Clausura. Nos torneios continentais, entretanto, teve menos sorte, com eliminações sofridas e várias decepções, chegando até a ser eliminado pelo Grêmio, em 2002. 

A afirmação como técnico

Mas Coudet foi se “superar” mesmo como treinador. Em poucos anos na função, “Chacho” já é considerado um dos mais promissores técnicos da Argentina. O ex-jogador recebeu a primeira oportunidade em 2015, no comando do clube que o consagrou, no Rosario Central. Coudet pegou uma equipe que havia ficado em 15º lugar em 2014 e a levou para uma inesperada terceira colocação.

Na Libertadores do ano seguinte, o Rosario se classificou no grupo do Palmeiras e Coudet teve sua “vingança” contra o Grêmio, eliminando a equipe então treinada por Roger Machado nas oitavas, acabando por cair nas quartas-de-final da competição para o Atlético Nacional, eventual campeão do torneio. 

Resultados ruins apareceram e o ídolo acabou deixando o Rosario Central em 2017. Depois de uma passagem apagada no Tijuana, do México, Coudet assumiu o Racing no meio da temporada 17-18 da Superliga Argentina. Foi lá que ele se consagrou de vez como técnico, conquistando o Campeonato Nacional pela La Academia, saindo de uma fila que já durava cinco anos. 

Como jogam os times de Coudet?

Com jogadores consagrados como o ídolo Lisandro López, ex-Inter, e o chileno Marcelo Diaz, o argentino conseguiu uma campanha histórica com o Racing e colocou seu nome na história do clube. Na equipe vencedora, Coudet utilizou um esquema incomum no futebol brasileiro nos últimos anos, parecido com o adotado por Jorge Jesus no comando do Flamengo: o 4-1-3-2. 

A equipe de “Chacho” priorizava a manutenção da posse de bola e um estilo ofensivo, já que com dois pontas muito abertos, um meia construtor e dois atacantes que participavam do jogo, o Racing conseguia fazer triangulações e sobrecarregar lados do campo, possibilitando um volume de jogo muito elevado. 

Dentro desse esquema, era muito comum, dependendo do adversário, que Coudet mudasse o posicionamento dos jogadores em campo, abrindo os meias para ter amplitude e verticalidade nas pontas ou sobrecarregando a zona central do relvado para fazer um jogo mais cadenciado.

Caso o argentino realmente vá treinar o Internacional, uma possível escalação que utilizaria este esquema tático seria: Lomba; Heitor (Bruno), Moledo, Cuesta e Zeca; Edenílson (Lindoso); Patrick (Wellington Silva), D’Alessandro e Nico López; Sóbis e Guerrero.

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