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Real? Com Griezmann, Barcelona se torna o time mais galático da atualidade

BeSoccer por BeSoccer @besoccer_com - 0 9,124

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O clube catalão, que chegou a escalar um time titular apenas com revelações da base, hoje é um dos maiores gastadores no mercado

Se há um clube, dentre os principais do mundo, conhecido por aproveitar muito bem a sua base para montar equipes vencedoras, é o Barcelona. Ao longo de toda a história blaugrana podemos encontrar exemplos, mas o maior de todos nem é tão antigo: a equipe de 2008-09, que marcou o primeiro ano de Pep Guardiola no comando dos Culés e o início de uma hegemonia poucas vezes vista.

O time que entrou em campo na final de Champions League vencida naquela mesma temporada, contra o Manchester United, tinha sete jogadores criados na base de La Masia – onde o Barça molda os seus futuros jogadores: Valdés, Puyol, Piqué, Busquets, Xavi, Iniesta e o destaque absoluto daquele e time e da equipe atual, Lionel Messi.

A ideia de que o Barça era um clube muito diferente dos demais pela forma como montava seu time voltava a ganhar ainda mais força: eles não precisavam torrar dinheiro como o Real Madrid, Manchester United e Chelsea – considerando alguns dos maiores gastadores daquela época. Inclusive, em 2012 chegaram até a jogar com 11 atletas revelados dentro de suas instalações.

A tentativa em adicionar um pouco de estrelismo à equipe não deu certo, inicialmente, junto com o fracasso de Zlatan Ibrahimovic em 2009-10, sua única temporada no Camp Nou. Não que os reforços fossem tímidos, mas não passavam a impressão de um time Galáctico, como ficou conhecido o arquirrival Real Madrid a partir do início do século, quando movimentou céus e terras para trazer não apenas jogadores, mas estrelas midiáticas.

O Barcelona estelar começou a ficar mais evidente a partir da chegada de Neymar, em 2013, e reforçado com a contratação de Luis Suárez na temporada seguinte. Só que daquela vez, ao contrário do ocorrido com Ibra, o resultado em campo apareceu e, em 2014-15, os catalães voltaram a conquistar não apenas a Champions League, mas tudo o que apareceu em sua frente.

Desde então, o clube busca repetir o feito. Ao menos o de levantar a principal taça do continente. E não poupa esforços financeiros para tal: após perder Neymar para o PSG, na transferência que rompeu o último limite dos valores dentro do futebol, o Barça já redefiniu o seu Top-3 de contratações mais caras algumas vezes: trouxe Philippe Coutinho por 145 milhões de euros e também contratou Ousmane Dembélé por 125 milhões. O primeiro deles era uma das maiores sensações da Europa pelo que fazia no Liverpool, o segundo um jovem promissor do Borussia Dortmund.

Nesta sexta-feira (12), Antoine Griezmann, um dos maiores astros do futebol hoje, entrou no Top-3 de maiores contratações na história do Barcelona: em negócio polêmico, confuso e que ainda promete render mais notícias, os catalães gastaram 120 milhões para tirá-lo do Atlético de Madrid. O caráter galáctico deste Barcelona também se faz presente pela possibilidade ainda viável do retorno de Neymar, que não se adaptou à França e deseja voltar ao Camp Nou: é difícil até imaginar como tantos talentos poderiam ser aproveitados juntos, em suas melhores funções. Um ou outro precisariam se adaptar a novas funções para que todos consigam seu espaço.

O Real Madrid também vem gastando bastante, especialmente nesta temporada. Eden Hazard foi o principal reforço, chegando com a etiqueta de 100 milhões de euros após um período vitorioso no Chelsea. Mas o perfil madridista nas contratações tem sido um pouco diferente em relação ao arquirrival: os Blancos estão apostando mais em talentos jovens, como Vinícius Júnior, Rodrygo, Jovic ou Eder Militão. Nenhum deles já chegou como grande estrela midiática, ao contrário do que vem acontecendo no Barcelona, hoje com perfil muito mais gastador, galáctico e imediatista do que o eterno rival.

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