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Recém aposentado, Lúcio repassa carreira

BeSoccer por BeSoccer @besoccer_com - 0 501

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Recém aposentado, Lúcio repassa carreira. Goal

Recém aposentado, Lúcio repassa carreira

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Último pentacampeão do mundo a pendurar as chuteiras, ex-zagueiro também revelou que gostaria de ter vestido a camisa do Real Madrid.

Pentacampeão do mundo com a seleção brasileira, três mundias no currículo e 22 anos desfilando talento nos gramados de futebol, Lúcio decidiu que chegou a hora de pendurar as chuteiras. Na última semana de janeiro, o zagueiro de 41 anos oficializou sua aposentadoria. Em bate-papo exclusivo com o 'Brasil Global Tour', dividido em duas partes, ele repassou a carreira, relembrou momentos marcantes e analisou o cenário atual da Canarinho. 

"O futebol sempre foi na veia, desde moleque eu sempre fui apaixonado e depois de tantos anos, foram 22 anos como profissional, neste último ano eu já estava tendo um pouco mais de dificuldades até na questão de treinar, viajar. Já estava um pouco de saco cheio, não era a mesma alegria foi aí quando a gente achou melhor parar. Um momento legal, enxergar todo o tamanho da carreira, aquilo tudo que passou, o que foi conquistado e o quanto marcou", revelou Lúcio.

Em pouco mais de duas décadas, Lúcio passou por vários clubes importantes do futebol mundial, mas criou forte ligação com dois deles. Os tempos de Bayern de Munique, onde faturou o tricampeonato da Bundesliga, e Inter de Milão, onde levantou a taça da Champions League e do Mundial de Clubes, serão sempre lembrados com muito carinho pelo capitão. 

"Eu me identifiquei e gosto muito do Bayern e da Inter, foram os dois clubes onde eu fiquei por muito tempo, fui muito vitorioso, onde a adaptação as cidades, clubes, foram excelentes. Eu diria que esses dois clubes foram os que mais me marcaram", disse o zagueiro que depois completou: 

"Assim que eu fui para a Europa, normal, a badalação é maior, o Real Madrid era o clube que eu tinha uma vontade se tivesse a oportunidade de jogar. Mas por tudo o que eu passei nos clubes que joguei, não ficou, digamos assim, nada que eu tenha sentido falta, não posso reclamar de nada". 

Apesar das grandes conquistas pelos clubes, Lúcio não titubeou ao afirmar que a Copa do Mundo de 2002 foi a taça mais importante da sua carreira. Para ele, a conquista foi um granade divisor de águas na sua história. 

"O Mundial de 2002 foi uma coisa que marcou a minha história, de todo mundo que estava ali. Um título mundial, você começa a perceber a dimensão quando você está de fora. Quando você joga uma Copa, duas, três, você ainda está naquele meio, você não tem a dimensão, mas quando você saí, você vê o quão grande é o título de campeão mundial". 

A Champions League com a Inter de Milão, e a Copa das Confederações de 2009, porém, também têm um lugar especial no coração do ex-zagueiro. 

"Me deixou fascinado, a forma como a gente conquistou, sem muita credibilidade, sem ser favorito". 

"Em 2009 também, a Copa das Confederações, pelo momento que eu estava vivendo, sem saber se ficava no Bayern, estava apreensivo, com incertezas. Foi muito marcante quando eu fiz o gol do título, na final, numa partida onde estávamos perdendo e conseguimos a reação", recordou Lúcio. 

Com tanta história no futebol, um dos capitães mais marcante dos últimos anos, Lúcio, afirmou que se sente realizado com a carreira e não acredita ter deixado nada pelo caminho. 

"Nessa grande caminhada, de desafios na carreira de jogador, eu estou muito realizado, orgulhoso. Às vezes você passa por um momento difícil, faz parte do futebol, mas acho que esses títulos que eu venci, as equipes que passei foram maior do que eu sonhava quando criança, não imaginava que se tornaria uma carreira desse tamanho tanto no Brasil quanto na Itália, Alemanha, no mundo com a seleção. Aconteceu tudo no momento certo, tudo o que eu poderia ganhar, conquistar. Estou realizado". 

Ao escolher o melhor parceiro com quem jogou, Lúcio mostrou empolgação ao falar sobre Juan, com quem cultiva uma amizade até os dias de hoje. 

"Tive grandes parceiros no futebol, mas eu gosto muito e a gente teve uma sintonia, energia muito boa desde o início foi o Juan. Quando ele foi para o Leverkusen jogamos juntos um tempo, continuamos na seleção e até hoje a gente tem uma amizade muito legal. Às vezes estamos no Rio e vamos visitar ele e a Monique, os filhos. A sintonia, o entendimento não foi só dentro de campo, como também fora dele". 

Nos primeiros dias de aposentado, o zagueiro já tem planos definidos: acompanhar mais os projetos da filha e estudar para, em breve, voltar ao futebol. 

"Esse ano quero ficar mais perto da família, mais perto dos projetos, acompanhar mais os meus filhos, e esse ano ainda pretendo fazer meu curso de treinador e um curso de gestão para ver o que realmente eu vou ter o dom para fazer. Me mantar dentro do futebol, como treinador ou gestor, vou passo a passo para estudar e analisar bem. Uma coisa é ser jogador, outra treinador, gestor, por isso eu pretendo me qualificar nas duas áreas para tomar a decisão. 

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