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São Paulo: Jardine admite frustração e culpa por má fase: "É responsabilidade minha"

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Pin El jugador Pablo (d) de Sao Paulo disputa el balón con Komar (i) de Talleres de Argentina durante un partido de vuelta por la Copa Libertadores entre el Sao Paulo de Brasil y el Talleres de Argentina disputado este miércoles en el Estadio Morumbi, en Sao Paulo (Brasil). EFE
El jugador Pablo (d) de Sao Paulo disputa el balón con Komar (i) de Talleres de Argentina durante un partido de vuelta por la Copa Libertadores entre el Sao Paulo de Brasil y el Talleres de Argentina disputado este miércoles en el Estadio Morumbi, en Sao Paulo (Brasil). EFE

São Paulo: Jardine admite frustração e culpa por má fase: "É responsabilidade minha"

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Criticado pela torcida, o treinador que assumiu o clube em dezembro de 2018 reconhece que tem culpa pelo mau momento do São Paulo neste início de ano

André Jardine reconhece que tem responsabilidade pela forma de atuar do São Paulo na eliminação para o Talleres, da Argentina, pela Fase 2 da Copa Libertadores da América. O técnico admitiu também que está frustrado com as recentes atuações da equipe.

Perguntado sobre o desempenho de seus comandados na queda para o Talleres, o comandante demonstrou autocrítica e disse que tem sido difícil extrair o bom futebol de seus jogadores.

"Eu sou muito consciente e muito autocrítico. Talvez o meu maior crítico seja eu mesmo. Sendo bem sincero, é bem frustrante o que eu consegui extrair até agora desse grupo. Tinha uma expectativa muito maior. Garra e raça não faltaram, os jogadores foram no seu limite, falando fisicamente e em relação à entrega. Fiquei muito insatisfeito com a forma como a gente se comporta em campo, e isso é responsabilidade minha. Não consegui ainda, a responsabilidade é minha. O São Paulo tem grandes jogadores e, quando não joga bem, a responsabilidade é do treinador sim", declarou.

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— São Paulo FC (@SaoPauloFC) 14 de fevereiro de 2019

Desde que assumiu o São Paulo, em 2018, Jardine comandou o time em 13 partidas, com quatro vitórias, três empates e seis derrotas. O time ainda sofreu 11 gols e marcou em dez oportunidades.

Apesar do pouco tempo à frente do time, Jardine é bastante pressionado no cotidiano do São Paulo. O treinador, entretanto, não consegue vislumbrar um limite para as cobranças vindas das arquibancadas.

"A sua pergunta é oportuna, mas eu realmente não sei dizer qual é o meu limite. Não sei qual é. Quem está no futebol, todos nós, jogadores, eu, presidente, o Raí, a gente está sujeito a isso e vai suportar trabalhar no São Paulo. Não pensem que não há pressão na base, a gente trabalha muito, há muita demissão na base. O São Paulo é muito grande. Estamos trabalhando, cooperando... Enquanto eu me sentir capaz de continuar, eu vou seguir sim", concluiu.

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