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Se JJ fosse um clube do Brasileirão, brigaria por Libertadores

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Se Jorge Jesus fosse um clube do Brasileirão, brigaria por Libertadores. GOAL

Se JJ fosse um clube do Brasileirão, brigaria por Libertadores

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Com os pontos somados em 15 jogos - menos de um turno até aqui - o português estaria na quinta posição.

Quem conhecia a história de Jorge Jesus, e especialmente o trabalho por ele feito no Benfica, podia imaginar que o Flamengo fosse melhorar consideravelmente sob o seu comando. Mas é inegável que a sua entrega é muito acima do esperado, seja em resultados ou na atuação do time, que parece jogar outro esporte na comparação com as outras 19 equipes da primeira divisão.

Na última quinta-feira (10), durante e após a vitória por 3 a 1 sobre o Atlético-MG, que deixou o Rubro-Negro com oito pontos de vantagem em relação ao vice-líder, Santos, esta impressão cresceu ainda mais. O trabalho do português dispensa comentários. É revolucionário e coloca o Flamengo em um lugar acima dos demais. A impressão é de que não há time capaz de frear o avanço, e quase todos os números dizem isso. Se Jorge Jesus fosse um clube, estaria hoje classificado para a Libertadores.

Evidente que a comparação é absurda, descabida até para um jogo coletivo. Mas fazer o exercício de coletar os números de pontos somados e do desempenho em geral do Flamengo sob o seu comando ajuda a mostrar o tamanho do trabalho de JJ. No Brasileirão, ele comandou o Flamengo em 15 partidas e somou 38 pontos, a mesma pontuação que Internacional, Grêmio e Bahia têm após 24 rodadas. Considerando o número de vitórias, critério de desempate do torneio, o luso (12 triunfos) estaria à frente dos gaúchos e dos baianos, na quinta posição.


Mas se o Jorge Jesus FC parece (e é) uma comparação um tanto quanto absurda, na comparação com outros treinadores o rubro-negro também leva vantagem em aproveitamento: conquistou a vitória em 80% das ocasiões.

A média é altíssima, mas mesmo se considerarmos números isolados o trabalho de JJ é impressionante: em todo o Brasileirão 2019, ele somou menos pontos apenas do que o santista Jorge Sampaoli (47) e o corintiano Fábio Carille (43), tendo os mesmos 38 de Odair Hellmann, recentemente demitido do Inter, Roger Machado (38 pts pelo Bahia) e Renato Gaúcho (38 pelo Grêmio). Isso com nove rodadas a menos do que seus concorrentes.

Duas frases ditas por Jorge Jesus após a vitória sobre o Atlético-MG ajudam a realçar este quadro: “Fico orgulhoso de olhar uma equipe que trabalha comigo há 3 meses mas parece que é há 3 anos” e "Eu acho que vou deixar meu legado no futebol brasileiro. A forma que o Flamengo joga, ninguém joga no Brasil".

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