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Os 59 anos de Tite e o momento crítico na Seleção

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Pin Os 59 anos de Tite e o momento crítico na Seleção. EFE/Julio César Guimarães
Os 59 anos de Tite e o momento crítico na Seleção. EFE/Julio César Guimarães

Os 59 anos de Tite e o momento crítico na Seleção

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Técnico do selecionado nacional já viveu uma fase de grande aprovação e credibilidade, mas a maré mudou para o treinador brasileiro.

Nesse 25 de maio, o técnico da Seleção Brasileira, Tite, completa 59 anos de vida. O comandante do Brasil viveu uma montanha russa de emoções e sentimentos desde que assumiu o time deixado por Dunga, em 2016. Agora, mesmo durante essa pausa devido à pandemia do novo coronavírus, a avaliação de Tite está em baixa e a seleção brasileira parece atravessar uma verdadeira crise de identidade.

Quando foi anunciado que Tite seria o novo treinador da seleção, o sentimento era de uma aprovação geral pelo Brasil. O técnico vinha de excelentes trabalhos no Corinthians e parecia contar pelo menos com o respeito de todos, inclusive dos rivais. Parecia o momento perfeito para uma figura grande como a dele assumir o posto.

A seleção vinha jogando mal sob o comando de Dunga e a melhora foi significativa e imediata. O "Efeito Tite" foi verdadeiro. A equipe começou a jogar de forma mais solta, leve e ofensiva. Fazia muitos gols e tomava poucos. Tite assumiu quando o Brasil corria perigo de não se classificar para a Copa do Mundo de 2018, e deixou a seleção com a liderança isolada e bastante folga para os concorrentes.

Veio a Copa do Mundo. Tudo o que o Brasil vinha apresentando até então parece ter sido esquecido e a seleção começou a jogar de foma burocrática, com extrema lentidão e ainda dependente de um Neymar que não estava 100% fisicamente. A derrota para a Bélgica foi um duro golpe de realidade e mostrou um grupo que parecia já não render o que se esperava dele.

Brasil campeão da Copa América 2019

Tite levou o Brasil ao triunfo na Copa América de 2019, disputada aqui no Brasil, mas também com um futebol sem grandes atrativos. Com dominância na posse de bola, mas sem aquele ímpeto agressivo que marcou a seleção antes da Copa do Mundo.

A campanha em amistosos (muito questionáveis) do Brasil após a Copa América é desastrosa: seis jogos, duas derrotas, três empates e apenas uma vitória, sendo uma dessas derrotas para a Argentina.

A vitória por 3 a 0 sobre a Coreia do Sul, em novembro de 2019, marcou a última partida ocorrida da seleção. O Brasil deveria ter jogado em março, mas a pandemia do novo coronavírus parou o futebol ao redor do globo. Por isso não se sabe em que é pé está a seleção canarinho.

Uma coisa, porém, é clara: com convocações e decisões dentro de campo bastante questionáveis, Tite deixou de ser unanimidade entre os brasileiros há algum tempo. Para recuperar isso, o torcedor brasileiro precisa voltar a sentir a empolgação do time dentro de campo.

Aquela seleção que encantou (e alguns dirão até que iludiu) tem valores e talentos suficientes para voltar a jogar como se espera da maior campeã do mundo. A pergunta que fica é: conseguirá Tite levar o Brasil de volta àquele patamar?

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