Cuca revela sacrifício de lesionados e falta de confiança de cobradores
Técnico comentou que Moisés e Guerra não tinham condições de jogo e explicou por que Egídio foi um dos cobradores
Técnico comentou que Moisés e Guerra não tinham condições de jogo e explicou por que Egídio foi um dos cobradores
Depois do Palmeiras ser eliminado pelo Barcelona-EQU na Copa Libertadores, nesta quarta-feira (9), o técnico Cuca revelou alguns detalhes sobre o elenco. Ele disse que dois jogadores, Moisés e Guerra, nem deveriam estar em campo e foram para o sacrifício. E também explicou que muitos jogadores não sentiram confiança na decisão por pênaltis, em que Bruno Henrique e Egídio desperdiçaram cobranças.
Questionado por que Egídio foi um dos cobradores, ele se defendeu dizendo que o lateral não foi escolhido entre os cinco primeiros e fez a revelação: "o Egídio não foi colocado entre os primeiros. Você tem que respeitar a natureza dos fatos. E tinha jogadores que não estavam com confiança para bater. Não cabe aqui falar quem. Mas alguns não se sentiam com confiança e isso acontece. Você tem que respeitar".
O técnico fez elogios ao lateral: "do Egídio, já tô cansado de falar, que ele é o melhor lateral que temos. É que o pessoal pega. Às vezes ele dá um motivo ou outro. Mas ele é um menino bom, com personalidade, que erra, mas tenta sempre. Ele fez um bom jogo hoje, infelizmente ele perdeu o pênalti, acontece".
Sobre Moisés e Guerra, que entraram no jogo a partir do 2º tempo, Cuca disse que não podia escalá-los desde o início: "nenhum tinha condições de jogar a partida. O Guerra, o último jogo foi contra o Vitória, machucou, voltou precoce, machucou de novo. Tem o risco grande. O ideal era nem estar relacionado, mas a gente trouxe por necessidade. Moisés também, da mesma forma".
Moisés sentiu dores no joelho no final do jogo, provavelmente resultado do sacrifício feito. Ele passou por operação no início do ano e voltou antes do previsto.
Por fim, Cuca também falou como estavam os jogadores no vestiário após a eliminação: "o clima é de igual a todo o palmeirense. Tristes, arrasados pela eliminação, mas faz parte da vida. É duro, os golpes são duros, mas você tem que saber passar por eles. Tá no preço. Tem que levantar a cabeça e seguir em frente"