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Estrela da Premier revela sua homosexualidade: "Sou gay, mas tenho medo"

BeSoccer por BeSoccer @besoccer_com - 0 1,436

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Estrela da Premier revela sua homosexualidade. Twitter

Estrela da Premier revela sua homosexualidade: "Sou gay, mas tenho medo"

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"Sou gay, mas não me sinto preparado para compartilhar isso com meus companheiros e meu treinador", escreveu um jogador da Premier League em uma carta aberta publicada na Inglaterra. Devido ao medo que sente, preferiu manter a sua identidade oculta.

Por meio de uma carta aberta dirigida aos torcedores e autoridades a qual o jornal 'The Sun' teve acesso, um jogador da Premier League reconheceu ser homosexual e ter medo de tornar isso público. 

Mais uma vez, o debate sobre a discriminação homosexual no mundo do futebol volta a tona na Inglaterra, a tal ponto desse jogador não revelar a sua identidade. 

"Sou gay. Escrever isso nesta carta já é um grande passo para mim", começa a carta. "Como é viver assim? Dia a dia pode ser um pesadelo. E está cada vez mais afetando a minha saúde mental. Me sinto encurralado e o meu medo está escondendo quem eu sou, o que torna as coisas ainda piores" continua.


"Às vezes o meu coração me diz que tenho que fazer, mas a minha cabeça responde sempre da mesma forma: 'para quê arriscar tudo?' Tenho a sorte de ter um salário muito bom. Tenho um bom carro, um guarda-roupas cheio de roupas de marca e posso comprar tudo o que quiser para a minha família e amigos. Mas sinto a falta de uma companhia. Estou em uma idade em que adoraria ter uma relação, mas devido à minha profissão o nível de confiança em um parceiro tem de ser extremamente elevado. Por isso evito relações. Espero em breve conhecer alguém que seja de confiança", acrescentou.

"Já ouvi inúmeras vezes cânticos homofóbicos e comentários de torcedores, sem serem dirigidos para ninguém em particular. Estranhamente isso não me incomoda durante os jogos, estou muito concentrado. É quando estou no avião ou no carro que isso me atinge. Se as coisas se mantiverem desta forma, o meu plano é continuar a jogar o máximo de tempo possível e me assumir apenas quando me aposentar", completou.

"Seriam necessárias mudanças radicais de modo a poder me sentir à vontade para avançar. A Associação de Jogadores Profissionais diz que está preparada para ajudar quem se assumir, que oferecem apoio psicológico a quem precisar... Se eu precisar de ajuda psicológica a procuro, eles não estão vendo o cerne da questão. As pessoas que gerem o negócio é que têm de educar os fãs, os jogadores, os treinadores, os empresários, os donos dos clubes... basicamente toda a gente que está envolvida no jogo", concluiu anonimamente.

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