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Matheus Cunha brilha na seleção olímpica e “foge” de joia alemã

BeSoccer por BeSoccer @besoccer_com - 0 385

Pin Matheus Cunha, do Hertha Berlin, foi um dos destaques e artilheiro do Pré-Olímpico. Goal
Matheus Cunha, do Hertha Berlin, foi um dos destaques e artilheiro do Pré-Olímpico. Goal

Matheus Cunha brilha na seleção olímpica e “foge” de joia alemã

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O meia é um dos destaques e artilheiro do Pré-Olímpico.

Matheus Cunha é um caso já não raro, mas ainda digno de nota, do jogador brasileiro que chega à elite europeia sem passar de forma marcante por clubes do país. Paraibano de João Pessoa, ele só se profissionalizou na Suíça, hoje joga na Alemanha e tenta reproduzir no futebol europeu o sucesso conquistado com a seleção sub-23.

Artilheiro e um dos maiores destaques na campanha do Pré-Olímpico, finalizada em grande estilo com uma vitória por 3 a 0 sobre a Argentina, Cunha chamou a atenção no ciclo comandado por André Jardine pela personalidade demonstrada dentro e fora de campo. Agora, tenta dar o passo à frente na sua carreira.

Além dos cinco gols feitos no Pré-Olímpico, dois no triunfo sobre os argentinos, o centroavante brasileiro tem mostrado uma média absurda com o time de André Jardine. Ao todo, fez 14 gols em 16 jogos com o time sub-23, animador para quem quer se colocar entre os principais nomes da posição.

Depois de uma temporada e meia no Red Bull Leipzig, sensação do futebol alemão/europeu e líder do torneio local até a semana passada, Cunha aceitou se transferir para o Hertha Berlim. Mesmo situado na capital e dono de grande torcida, a equipe está longe do nível dos grandes locais, mas oferece ao 9 uma chance que ele não teve antes.

A explicação tem nome e sobrenome: Timo Werner. Atacante da Seleção Alemã e grande revelação dos últimos anos em terras germânicas, ele foi o concorrente direto de Cunha, por vezes deslocado para as pontas ou à função de segundo atacante para atuar ao lado da joia. No último semestre, porém, Matheus Cunha fez apenas 13 jogos, sendo só dois deles como titular.

Daí se explica a ida a um lugar em que terá tempo e espaço para desenvolver seu futebol, ainda em uma liga de alto nível. Ele chega junto com Piatek, ex-Milan, e terá no banco de reservas um mestre na posição: o técnico Jurgen Klinsmann, dono da 9 alemã no título da Copa de 1990 e nos Mundiais seguintes.

Puskas

Parabéns pelo golaço meu parceiro Matheus Cunha, merece muito estar concorrendo ao Puskas! Muito legal ver mais um brasileiro fazendo bonito na europa, também convocado para a seleção olímpica. Boa sorte meu amigo!!!

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