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Pepê e Alisson se dividem para fazer o Grêmio forte sem Cebolinha

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Pin Grêmio de Alisson venceu em casa contra a Universidad Católica. EFE
Grêmio de Alisson venceu em casa contra a Universidad Católica. EFE

Pepê e Alisson se dividem para fazer o Grêmio forte sem Cebolinha

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A dupla decidiu contra a Universidad Católica, encaminhando a vaga do Tricolor às oitavas da Libertadores 2020.

O artilheiro gremista de 2020 é Diego Souza (11 gols), mas a referência ofensiva da equipe gaúcha durante boa parte desta temporada continuou a ser Everton Cebolinha. Esta lacuna ficou em aberto após a saída do ponta para o Benfica, logo após o título estadual conquistado sobre o Caxias. E continua assim, uma vez que a equipe treinada por Renato Gaúcho segue a mostrar inconsistência especialmente após a saída do agora antigo xodó para o futebol português. Mas os últimos grandes jogos válidos pela Libertadores dão esperança de que é possível encontrar quem decida a favor dos tricolores.

Se o Grêmio ainda não tem quem consiga puxar para si todo o protagonismo que Cebolinha teve nos últimos anos, dois jogadores começaram a dividir esta responsabilidade após sua despedida. O principal deles é Pepê, herdeiro tão natural de Everton com a camisa tricolor que recebeu este rótulo do próprio Cebolinha: “Ele falou que agora é comigo. Procuro dar o meu melhor aqui para deixar meu nome na história do clube”, disse Pepê em entrevista dada para o Premiere pouco após a saída do hoje ex-companheiro.

O outro é Alisson, mais experiente (27 anos, quatro a mais do que Pepê) embora menos badalado por causa de uma certa irregularidade que faz com que as expectativas não sejam tão altas. Mas são os dois pontas os jogadores que mais vêm decidindo nos jogos da equipe treinada por Renato Gaúcho desde a saída de Cebolinha para a Europa. A vitória por 2 a 0 obtida sobre a Universidad Católica do Chile, na penúltima rodada do Grupo E da Libertadores 2020, resultado que deixou a vaga para o mata-mata muito bem encaminhada, teve tanto Alisson quanto Pepê como protagonistas.

Depois de um primeiro tempo ruim, Pepê abriu o placar no início da segunda etapa, em chute desferido após desvio de cabeça de Diego Souza dentro da área - o 300º tento do clube na história da Libertadores. Os chilenos sentiram o golpe e os donos da casa cresceram. O segundo gol, que deu mais tranquilidade especialmente pelas ausências de Geromel e Kannemann, bastiões tricolores na zaga, foi de Rodrigues, mas o brilho maior esteve na jogada de Alisson até o cruzamento rasteiro pela ponta-direita.

Foi o terceiro passe para gol dado pelo camisa 23 desde a saída de Cebolinha, colocando-o agora lado a lado do atual benfiquista como líder de assistências pelo Grêmio em 2020: cinco para cada um.

Mas é inegável que o que faz os torcedores gremistas se levantarem do sofá, hoje, é o brilho de Pepê. O jovem de 23 anos, que em seu centésimo jogo pelo Grêmio fez o gol da vitória sobre o Internacional, no último Gre-Nal válido pelo Grupo E da Libertadores, tem sido a esperança de bons momentos para os tricolores. O camisa 25, contudo, parece estar ciente de que há um caminho longo a trilhar para estar à altura de todas as expectativas.

“Graças a Deus estou podendo viver um bom momento, ajudando meus companheiros com gols”, disse à Conmebol TV após o triunfo sobre a Universidad Católica.  “A gente vai continuar trabalhando aí para conseguirmos coisas melhores mais pra frente”, completou o gremista que mais balançou as redes desde a despedida de Cebolinha: foram três gols desde então e um total de sete em 2020.

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