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Atlético de Madrid volta a começar temporada com esperança

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Atleti volta a dar esperança, mas precisa de final feliz. GOAL

Atlético de Madrid volta a começar temporada com esperança

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Clube fez a maior contratação de sua história e desta janela, somou grandes resultados na pré-temporada e vê expectativa em alta

O Atlético de Madrid inicia a nova temporada repleto de otimismo, e com a cabeça erguida no plano traçado que visa o colocar, de uma vez por todas, entre as maiores potências do futebol europeu. Estamos falando, obviamente, da campanha 2019-20, mas o discurso foi parecido no ano passado e, no final das contas, não terminou da melhor maneira. Exatamente por isso, a expectativa sobre o trabalho feito por Diego Simeone só cresce, aumentando a responsabilidade da entrega de resultados do técnico argentino.

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Antes de prosseguirmos, importante relembrar como era o clima nas instalações colchoneras antes do pontapé inicial da última temporada: a moral estava em alta depois que Antoine Griezmann havia manifestado o desejo de permanecer, em meio às investidas do Barcelona, inclusive assinando uma renovação de contrato. A decisão do meia-atacante francês, que ainda voltou com o status de campeão mundial por sua seleção, rompeu uma tradição de décadas no Atleti, que volta e meia via alguns de seus astros serem contratados ou pelo Barça ou por Real.

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Havia também a esperança de chegar até mais uma final de Champions League, com o sonho ficando ainda mais forte pelo fato de a decisão estar marcada para o estádio Wanda Metropolitano, casa do Atleti. E além de tudo isso, o clube havia apostado alto nas transferências: dentre os times espanhóis, somente o Real Madrid gastou mais dinheiro. A temporada começou com vitória por 4 a 2 justamente sobre os Blancos, na Supercopa Europeia.

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Ou seja, com o elenco reforçado já não seria surpresa ver os colchoneros sagrando-se campeões espanhóis. Só que no final das contas o Atlético de Madrid, ainda que tenha brigado com o Barcelona e terminado na segunda posição, fez uma campanha repleta de tropeços inesperados na Espanha. Caiu nas quartas de final da Champions League, deixando escapar pelos dedos uma vantagem por dois gols obtida na ida contra a Juventus, no que foi o ponto mais baixo da passagem de Simeone como treinador, e ainda viu Griezmann abandonar o barco, de forma polêmica, para juntar-se enfim ao Barcelona.

Resposta rápida e forte para 2019-20

Somado a isso, o momento de transição entre a geração mais vitoriosa na história do clube. Símbolos de conquistas marcantes, Godín, Juanfran e Filipe Luís se despediram, mas antes de o saudosismo exagerado contaminar o ambiente e deixar o clube para baixo, o Atlético de Madrid reagiu rápido. E com protagonismo.

Venceu a árdua disputa para contratar o jovem João Félix, sensação portuguesa, e trouxe o atacante de apenas 19 anos por 126 milhões de euros – a maior contratação na história do clube, e nesta janela de transferências, superando inclusive o valor pago pelo Real Madrid por Eden Hazard. Também trouxe outros nomes promissores, como o lateral-esquerdo Renan Lodi, do Athletico-PR, e moveu-se bem no mercado para somar ao seu elenco atletas como: Marcos Llorente – tirando o volante do arquirrival da cidade -, Mário Hermoso, Kieran Trippier, Felipe e Héctor Herrera.

Em toda esta janela de transferências, apenas Real e Barça gastaram mais em reforços na Europa. Contudo, assim como ocorrera no ano anterior, os resultados de pré-temporada deixaram a expectativa alta, até maior em relação aos titãs espanhóis, especialmente a goleada por 7 a 3 sobre o Madrid, um dos tantos amistosos em que João Félix impressionou por demonstrar que pode decidir jogos não apenas no futuro, mas no presente – o luso fez três gols e deu quatro assistências  em  cinco amistosos.

Pressão sobre Simeone deve aumentar

É por isso que o Atlético de Madrid começa oficialmente sua temporada, neste domingo (18), contra o Getafe, precisando mostrar que está à altura de todas as expectativas. Diego Simeone, que viu seu estilo defensivista ser mais criticado do que nunca após a eliminação na Champions League, parece ciente de que, assim como seu elenco de jogadores, o próprio estilo de jogo do time deverá passar por um período de transição – menos foco na retranca, mais espaço para o improviso no ataque.

“Acima de tudo, é preciso seguir forte porque, ao longo da temporada, existem vários momentos em que você precisa chegar com as palavras certas, no momento certo, para que os jogadores sigam você. Para encontrar estas palavras, é preciso ter a mente aberta. Eu escuto muito. Eu pergunto muito. E aí, bom, eu acabo fazendo o que acho ser melhor para todos”, confidenciou o ídolo atleticano em entrevista ao site The Coaches Voice.

Seja com títulos ou a promessa de futebol ofensivo, o que não deve mudar no Atlético, independentemente de contratações ou resultado, é a crença de que nada vem fácil.

“Não é justo falar de um elenco que não começou a competir. Pensamos no agora, em melhorar no treinamento, nos jogos, cada um competindo em sua função e, quando terminar o ano, vai dar para dizer se este é ou não o melhor elenco. Não se ganha apenas com nomes. Se ganha com jogo, e com jogadores que interpretem o que a equipe precisa”, disse, em um tom impressionante para quem havia acabado de vencer por 7 a 3 o maior rival.

“Nós sofremos sempre”, destacou.

 

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