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Justiça suíça acusa Al-Khelaïfi de corrupção

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Justiça suíça acusa Al-Khelaïfi de corrupção. AFP

Justiça suíça acusa Al-Khelaïfi de corrupção

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O presidente do PSG, Nasser Al-Khelaïfi, e o ex-número dois da FIFA, Jérome Valcke, foram acusados de corrupção nesta quinta-feira pelo Gabinete do Procurador Geral da Suíça.

Nasser Al-Khelaif, presidente do PSG, e Jerome Valcke, ex-secretário geral da FIFA, foram acusados de crimes na Suíça por manipulações de direitos de transmissão de eventos esportivos. A ação foi movida pelo Gabinete do Procurador Geral da Suíça (OAG).

De acordo com as acusações, Valcke teria aceitado suborno na concessão dos direitos de transmissão, para Itália e Grécia, de algumas edições da Copa do Mundo e da Copa das Confederações de 2018 a 2030. Já Al-Khelaif, que também é presidente do grupo beIN Media Group, e um outro empresário do ramo esportivo, teriam incitado tal conduta e contribuído para uma má gestão criminal. 

Segundo declaração da OAG, Valcke teria sido reembolsado no valor de 500 mil euros (cerca de R$ 2,3 milhões) referente à compra de uma vila na Sardenha, feita por Al-Khleif através de uma empresa e não pelo dirigente. Então, o ex-secretário da FIFA teria recebido o direito exclusivo de usar a vila pelo período de 18 meses sem ter que pagar pelo aluguel, que era estimado entre 900 mil e 1,8 milhão de euros. 

Da mesma forma, uma terceira pessoa não identificada também foi acusada de suborno e de incitar Valcke a cometer o crime, posteriormente agravada por má administração.

Isso tudo leva à acusação de gestão irregular, pelo fato de o ex-dirigente da FIFA não ter comunicado à entidade o recebimento de tais vantagens, “comportando-se de maneira contrária a seus deveres no âmbito de sua atividade de Secretário-Geral, e de ter ficado rico ilegalmente".

Havia também a suspeita de Valcke ter aceitado um relógio de luxo dado por Al-Khelaif em troca de sua influência em seu cargo na FIFA, o que não foi comprovado de fato. Como resultado, o processo em relação a essa ação foi abandonado em fevereiro de 2020.

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