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Palmeiras perde para o River Plate e vê o VAR "salvar" vaga na final da Libertadores

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Pin Jugadores de Palmeiras celebran hoy, al final de un partido de las semifinales de la Copa Libertadores entre Palmeiras y River Plate en el estadio Allianz Parque en Sao Paulo (Brasil). EFE/Nelson Almeida POOL
Jugadores de Palmeiras celebran hoy, al final de un partido de las semifinales de la Copa Libertadores entre Palmeiras y River Plate en el estadio Allianz Parque en Sao Paulo (Brasil). EFE/Nelson Almeida POOL

Palmeiras perde para o River Plate e vê o VAR "salvar" vaga na final da Libertadores

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Os argentinos venceram por 2 a 0 e acabaram sendo eliminados, mas ficaram a detalhes de marcarem mais gols

A série semifinal entre Palmeiras e River Plate, pela Libertadores 2020, foi recheada de emoções. O lado alviverde impressionou positivamente na ida, ao vencer por 3 a 0 fora de casa, e negativamente na volta, sendo que o contrário aconteceu com os argentinos, cuja vitória por 2 a 0 no Allianz Parque não foi suficiente para lhe garantir na grande decisão. A impressão final, contudo, foi de que por detalhes o time treinado por Marcelo Gallardo não conseguiu uma virada histórica. Detalhes estes que acabaram criando um terceiro protagonista além dos clubes: o uso do VAR.

O Palmeiras, vale destacar, teve sua pior noite sob o comando do português Abel Ferreira. Depois de uma exibição extremamente positiva na Argentina, com mudança de estratégia durante o jogo e demonstração de grande atenção por parte dos alviverdes, os palmeirenses pareciam uma presa encolhida de medo em seu próprio território. O River Plate amassou os brasileiros, abriu o placar aos 29 minutos com Rojas e ampliou aos 44’ com Rafael Borré. No início do segundo tempo, o VAR apareceu com protagonismo – dando alívio para a torcida do Palmeiras e desespero para o riveristas.

O que seria o terceiro gol do River...

Gonzalo Montiel acertou um belo chute cruzado para marcar o terceiro gol do River Plate. Quando o VAR chamou o árbitro Esteban Ostojich, que anulou o tento, ninguém entendeu nada. A posição do ponta era legal, mas a tecnologia detectou que na origem da jogada Rafael Borré estava em posição irregular – o atacante tocou na bola após a esfera ter saído dos pés de Enzo Pérez em uma dividida, com a chuteira do volante sendo a última a dar o toque. Detalhes.

O pênalti que voltou atrás

A equipe argentina seguia muito superior, mesmo após a expulsão de Rojas pelo segundo cartão amarelo. Na metade da segunda etapa, Matias Suárez entrou na área e caiu. Ostojich deu o pênalti. Montiel estava quase iniciando sua corrida para a batida quando o árbitro auxiliar de vídeo começou a se comunicar com Ostojich. A imagem mostrava um pequeno contato, mas a valorização de Suárez era bem mais intensa. O jogador do River desabou muito fácil dentro da área, e depois de rever o lance no VAR o árbitro voltou atrás e não marcou a penalidade. Sorte para o time de Abel Ferreira.

Outro pênalti e outro impedimento

Como se um gol anulado por impedimento em sua origem e um pênalti que acabou deixando de ser marcado não bastassem, o último ato do VAR foi quase uma junção dos dois acontecimentos. Já na reta final, os jogadores do River Plate reclamaram de mais um pênalti. Ostojich recebeu o alerta da cabine, mas antes de rever o lance recebeu a informação de que o pênalti não deveria ser marcado, uma vez que houve impedimento na origem da jogada.

Demonstrando extremos positivos e negativos na série de semifinal, Palmeiras e River Plate protagonizaram enfrentamentos para a história da Libertadores. Mas quem também acabou tendo um protagonismo foi o VAR, mostrando que a vaga alviverde para a final, que será disputada no Maracanã, foi sacramentada nos mais mínimos detalhes possíveis.

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