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Portugal mostra que há vida além de Ronaldo

Pin 'Equipa das Quinas' despediu-se da prova com um triunfo. EFE
'Equipa das Quinas' despediu-se da prova com um triunfo. EFE

Portugal mostra que há vida além de Ronaldo

Os pupilos de Fernando Santos bateram o México e garantiram um lugar no pódio da Taça das Confederações.

Portugal é o terceiro classificado da presente edição da Taça das Confederações. Depois de ter perdido aos pés do Chile nas meias-finais, a 'Equipa das Quinas' voltou a enfrentar o México, com quem havia empatado (2-2) logo na primeira jornada da fase de grupos da prova, mas desta vez conseguiu alcançar o triunfo, mesmo com as ausências de peso de Cristiano Ronaldo e Bernardo Silva - o primeiro foi conhecer os filhos recém-nascidos e o segundo está a contas com uma lesão.

Na Otkrytie Arena, em Moscovo, a partida começou por se disputar a um ritmo bastante baixo, uma vez que as duas equipas pareciam estar algo receosas uma da outra. O momento que mudou o jogo aconteceu à passagem do minuto 16: André Silva ganhou uma grande penalidade, que só foi assinalada depois da intervenção do vídeo-árbitro, mas permitiu a defesa de Guillermo Ochoa.

A partir daí, curiosamente, a turma lusa cresceu, e muito, no jogo. Começou a ter a bola em grande parte do tempo, a aproximar-se da baliza do México e a criar oportunidades bastante perigosas.

No entanto, a partida chegou ao intervalo sem alterações no marcador e foram os mexicanos a inaugurá-lo: aos 54 minutos de jogo, uma bola cruzada para a área portuguesa encontrou o corpo de Luís Neto e, com alguma sorte (ou azar) à mistura, entrou na baliza à guarda de Rui Patrício, que nada podia ter feito para evitar o golo. Um golo, de resto, que Portugal sentiu bastante. O conjunto orientado por Fernando Santos perdeu um pouco o norte depois de se ter visto em desvantagem e beneficiou de uma tarde inspirada - no mínimo - do seu guarda-redes, que realizou defesas de enorme qualidade para manter a sua Seleção viva no jogo.

Até que apareceu Pepe para resolver. Ricardo Quaresma cruzou da direita para o central que, na área mexicana, marcou com grande estilo e restabeleceu a igualdade. Decorria já o período de descontos, pelo que a partida foi mesmo para prolongamento.

No tempo extra, as duas equipas conseguiram criar ocasiões, mas foi Portugal a marcar, aos 104 minutos: Miguel Layún viu-se ultrapassado por Gelson Martins, tocou com o braço na bola na sua área e o árbitro marcou penálti. Chamado a convertê-lo, Adrien Silva não acusou a responsabilidade e deu o triunfo a Portugal, numa partida marcada pela expulsão de dois jogadores (o português Nélson Semedo e o mexicano Raúl Jiménez) e de Juan Carlos Osorio, selecionador do México.

Gonçalo Santos

Gonçalo Santos

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