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Fariñez, o pequeno gigante na mira do Barcelona

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Fariñez, o pequeno gigante na mira do Barcelona

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O pequeno Wuilker Fariñez pode enganar à primeira vista, mas foi um gigante no 0 a 0 no primeiro jogo da Arena do Grêmio na Copa América

Guerrero, Cueva, Farfán. Estes foram os três peruanos que a defesa da Venezuela ficou encarregada de 'segurar' no jogo de estreia das duas seleções na Copa América 2019 neste sábado, em Porto Alegre. E funcionou: em parte pelo fato da Vinotinto ter sempre muitos homens atrás da bola, em parte pelo trabalho seguro de Wuilker Fariñez, jovem goleiro pretendido por nada mais, nada menos que o Barcelona como reforço para a próxima temporada.

À primeira vista, a informação pode causar espanto: um goleiro de apenas 1,75m, venezuelano, de 21 anos, menos de dois deles no Millonarios, da Colômbia. E sendo cotado para (pelo menos) fazer sombra ao gigante Ter Stegen, um nome muito mais alinhado aos mercados que o Barça busca quando se fala de um camisa 1.

Mas eis que surgiu sua grande chance: em março, quando sua seleção superou a Argentina de Messi em amistoso realizado em Madrid, o diário catalão Sport cravou: o gigante do Camp Nou pagaria pouco, cerca de 5 milhões de euros, para fazer um negócio revolucionário - e que, mais à frente, seria visto como uma verdadeira pechincha.

Antes da estreia, a imprensa se agitou para saber quem era o fenômeno capaz de fazer o Barcelona sonhar. No treino dos venezuelanos em Porto Alegre, todas as atenções se voltaram para Fariñez. Quando está a negociação? Em que momento seria anunciada sua transferência para jogar ao lado de algumas das maiores estrelas do mundo?

"Até o momento não tenho nada sobre isso. Meu foco é a Copa América", se limitou a dizer o jogador, disposto a fazer uma apresentação dos sonhos neste sábado, dia 15 de junho.

Mas os primeiros minutos do camisa 1 por pouco não viraram um pesadelo. Em cobrança de falta pela direita, logo aos 7 minutos, Fariñez demorou a sair do gol e se chocou com Tapia para, na sobra, Christofer González bater para o gol aberto. Precipitação que acabou sendo 'salva' pela questionável decisão fo VAR, que marcou falta após revisão no lance. O que só levou o Peru, embalado pela presença marcante de seu torcedor, a buscar ainda mais o gol. Foi a deixa para Wuilker mostrar serviço

No lance mais claro para os incas, Cueva recebeu livre na entrada da área após contragolpe veloz, mas ficou longe de assustar o arqueiro adversário. Quando caprichou na finalização, foi a vez do baixinho Fariñez, de apenas 1,75m, mostrar serviço. Primeiro, Advíncula bateu forte do canto direito da área para o desvio pela linha de fundo, antes de Guerrero cobrar falta e vencer a barreira, mas não o jovem goleiro do Millonarios, frustrando as expectativas dos alvirrubros novamente.

Com ajustes, tanto Peru quanto Venezuela passaram propor o jogo com mais qualidade, levando a bola mais próximo à área do adversário. Aos 20 minutos, Farfán cabeceou sozinho - e talvez tenha 'faltado braço' ao pequeno arqueiro, que só não concedeu graças à marcação de um impedimento no lance. Tudo bem. Para quem esperava uma espécie de 'reencarnação' do lendário mexicano Jorge Campos, mas menos excêntrico, veria exatamente isso no lance mais emblemático do jogo.

Com 30 minutos, Mago foi expulso e os peruanos, na sequência, resolveram aumentar o ritmo, chegando com facilidade à pequena área de Fariñez, mas viram aqueles 1,75m ficarem, pelo menos, 20 centímetros maiores. Flores recebeu bola escorada e parou na intervenção de Fariñez, que jogou o corpo para trás e impediu que a bola passasse a linha do gol, antes de Guerrero acertar a trave no rebote. Na consulta do VAR, ficou claro que não se tratava de um erro da arbitragem manter o placar no zero, mas sim a comprovação da brilhante jornada de um pequeno notável sob as traves.

Que fique de lição para a Seleção Brasileira e o Catar, que irão cruzar o caminho da Venezuela nas duas rodadas restantes do Grupo A da Copa. Se antes o técnico Rafael Dudamel prometia um time 'protagonista' no torneio, deixa uma primeira impressão grandiosa - mesmo que não o pareça no primeiro olhar.

 

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