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"Ramos não estará lá, mas eu sim"

BeSoccer por BeSoccer @besoccer_com - 0 6,084

Pin Militão fala sobre substituir Ramos contra o City. EFE/Rodrigo Jiménez
Militão fala sobre substituir Ramos contra o City. EFE/Rodrigo Jiménez

"Ramos não estará lá, mas eu sim"

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O jogador do Real Madrid, Éder Militão, deu uma entrevista ao portal 'AS' faltando cinco dias para o jogo contra o Manchester City. O zagueiro brasileiro, que substituirá Sergio Ramos, fez um repasso da atualidade merengue.

Ele está há pouco mais de um ano no Real Madrid e Militão tem diante de si uma oportunidade única de demonstrar ao torcedor que ele merece estar no time merengue.

Na próxima sexta-feira, os homens de Zidane enfrentam o Manchester City no jogo de volta das oitavas da Liga dos Campeões e o brasileiro começa na retaguarda no lugar do sancionado Ramos.

Numa entrevista ao 'AS', o ex-Porto admitiu que tinha que dar um passo à frente: "É um momento único para mim, devemos ir para o tudo ou nada. Nosso capitão não está, mas aqui estou. Confie em mim. eu vou fazer uma boa partida".

Precisamente, Militão elogiou a figura de Ramos: "Eu ficava impressionado ao vê-lo pela televisão e vê-lo pessoalmente agora é incrível. Ele é um gladiador".

Por outro lado, o brasileiro, que ainda não estreou sua conta de gols com o Real, imaginou seu primeiro gol em Manchester.

"O gol da vitória, de cabeça. Eu não saberia comemorar... Nada é impossível, vou lutar por isso. Até agora me dou uma nota 7", afirmou.

Sobre as críticas recebidas, ele disse: "A imprensa sempre tem que falar de algo sobre o Real. Sabemos o que trabalhamos nos treinamentos, como estamos indo. Não gostamos de perder, sempre queremos ganhar e vencer, mas nem sempre dá".

Mudando de foco, o zagueiro lembrou a tontura no dia de sua apresentação. "Nunca havia realizado uma coletiva de imprensa com tantos jornalistas e, a certa altura, vi muitas pessoas olhando para mim, me gravando, fiquei empolgado e não sabia o que estava acontecendo, não conseguia falar...", afirmou.

Por fim, Militão, que admitiu se dar bem com Zidane e conversar com ele toda vez que sai para jogar, falou sobre estar sob pressão por ser o zagueiro mais caro da história do clube. "É algo muito importante. Responde ao trabalho que eu havia feito antes. Esse valor pago é merecido, e por isso tenho que continuar trabalhando", concluiu.

Capa da revista AS - 02/08/2020

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