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Sánchez, a exceção em um Brasileirão fraco para os veteranos

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Um grande campeonato do uruguaio. Goal

Sánchez, a exceção em um Brasileirão fraco para os veteranos

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Especialmente entre os atacantes, nenhum teve protagonismo entre os times que lutavam na parte de cima da tabela.

Volta e meia um jogador veterano, com pelo menos 35 anos, aparece com destaque na história dos campeonatos brasileiros. Em 2018, Ricardo Oliveira foi vice-artilheiro do Brasileirão pelo Atlético-MG (13 gols) e já havia, em 2015, com 35 primaveras completadas, encabeçado a lista de goleadores vestindo a camisa do Santos.

Mas em 2019 a história foi diferente em especial para os atacantes, justamente os que apareciam, nos últimos anos, com mais destaque entre os veteranos.

Ricardo Oliveira, por exemplo, fez apenas dois gols em 21 jogos com o Atlético-MG. Fred, o maior artilheiro do Brasileirão de pontos corridos, somou cinco em 30 partidas e participou do rebaixamento inédito do Cruzeiro.

Segundo levantamento feito pela Goal, dentre os cinco clubes que mais escalaram ao menos um jogador com mais de 35 anos ao longo do Brasileirão apenas um não brigou contra o rebaixamento.

Márcio Araújo fez 35 jogos pela rebaixada Chapecoense e Cícero entrou em campo 32 vezes no Botafogo, que se livrou por detalhes do descenso – ambos com 35 anos. Fred, com 36 anos, decepcionou assim como todo o time do Cruzeiro.

Wellington Paulista de certa forma consegue ser exceção, uma vez que fez 13 gols pelo Fortaleza. Mas ainda que o saldo final da temporada do Leão tenha sido positiva, especialmente pela vaga inédita na Copa Sul-Americana, o Tricolor do Pici entrou no campeonato para lutar contra o rebaixamento.

É por isso que a grande exceção nesta lista é Carlos Sánchez. O meio-campista do Santos, de 35 anos, foi uma das grandes lideranças técnicas no time que surpreendeu e finalizou a campanha com o vice-campeonato: fez 12 gols e deu nove assistências em 34 jogos.

Sánchez mostra que a avaliação sobre contratar ou não um jogador mais veterano não pode ser absoluta, mas vale destacar que tanto ele quanto outros que tiveram uma temporada melhor estiveram ao lado de um grupo mais jovem. O que manda aí é mais o equilíbrio e qualidade técnica do time.

Mas é inquestionável que goleadores que foram protagonistas em um passado recente, como Fred e Ricardo Oliveira, tiveram um ano para se esquecer: talvez um reflexo de uma realidade onde o atacante precisa ter sempre a intensidade para ajudar o time com movimentações com e sem a bola.

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